quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Já tiveste esse amor. Já fez sentido. Agora não faz mais.

Sometimes I feel like throwing my hands up in the air
I know I can count on you
Sometimes I feel like saying "Lord I just don't care"
But you've got the love I need To see me through
Sometimes it seems that the going is just too rough
And things go wrong no matter what I do
Now and then it seems that life is just too much
But you've got the love I need to see me through
When food is gone you are my daily meal
When friends are gone I know my savior's love is real
Your love is real
You've Got The Love (6x)
Time after time I think "Oh Lord what's the use?"
Time after time I think it's just no good
Sooner or later in life, the things you love you loose
But you got the love I need to see me through
You've Got The Love (6x)
Sometimes I feel like throwing my hands up in the air
I know I can count on you
Sometimes I feel like saying "Lord I just don't care"
But you've got the love I need to see me through
You've Got The Love (6x)
 
 
You've Got The Love - Florence And The Machine

sábado, 29 de janeiro de 2011

I just want you.



domingo, 23 de janeiro de 2011



Para ti.
"i'm glad i didn't die before i met you"

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011


Esta letra mata-me.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Aos 21 anos ainda não sei bem quem sou... Sozinha sou eu própria e poucos são os que me conhecem realmente. Tão poucos, tão poucos que até nem eu sei dizer quem eles são. Deves ser o único que sabe mais sobre mim. Deves saber mais de mim do que eu própria.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Porto de abrigo.

Quando os dias terminam no teu colo tudo faz sentido. 
Se todos terminassem assim, a minha vida seria perfeita.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz 2011!
Que todos os vossos desejos se concretizem!

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Porquê estar com alguém que não nos ama?

Talvez porque se vá mantendo a esperança que um dia isso vai mudar.
Talvez porque ainda não se deu conta que o ponto anterior nunca acontecerá.
Ou porque o dia em que "afinal o meu amor não chega para os dois" ainda não chegou.
Também porque há medo que mais ninguém vá querer a nossa companhia.
Talvez porque não há coragem para admitir que aquilo nunca irá a lado nenhum.

Talvez. Talvez. Talvez.

i secretly stopped to increase my love for you.

sábado, 11 de dezembro de 2010

I just can't handle on this!

Quando não falamos por algum tempo, fico com a mente nublada, cheia de dúvidas!
Falo contigo, fico com a mente clara, as dúvidas desvanecem!
Quando não falamos por algum tempo, fico com a mente nublada, cheia de dúvidas!
Falo contigo, fico com a mente clara, as dúvidas desvanecem!
Quando não falamos por algum tempo, fico com a mente nublada, cheia de dúvidas!
Falo contigo, fico com a mente clara, as dúvidas desvanecem!
Quando não falamos por algum tempo, fico com a mente nublada, cheia de dúvidas!
Falo contigo, fico com a mente clara, as dúvidas desvanecem!
Quando não falamos por algum tempo, fico com a mente nublada, cheia de dúvidas!
Falo contigo, fico com a mente clara, as dúvidas desvanecem!
Quando não falamos por algum tempo, fico com a mente nublada, cheia de dúvidas!
Falo contigo, fico com a mente clara, as dúvidas desvanecem!
Quando não falamos por algum tempo, fico com a mente nublada, cheia de dúvidas!
Falo contigo, fico com a mente clara, as dúvidas desvanecem!
Quando não falamos por algum tempo, fico com a mente nublada, cheia de dúvidas!
Falo contigo, fico com a mente clara, as dúvidas desvanecem!
Quando não falamos por algum tempo, fico com a mente nublada, cheia de dúvidas!
Falo contigo, fico com a mente clara, as dúvidas desvanecem!
Quando não falamos por algum tempo, fico com a mente nublada, cheia de dúvidas!
Falo contigo, fico com a mente clara, as dúvidas desvanecem!
Quando não falamos por algum tempo, fico com a mente nublada, cheia de dúvidas!
Falo contigo, fico com a mente clara, as dúvidas desvanecem!
Quando não falamos por algum tempo, fico com a mente nublada, cheia de dúvidas!

Man Down



É mesmo isso.
Man Down.
Now.

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

...sinto uma calma tão estranha quanto apaziguadora...





...

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Preciso de ti.
Sussurros nos ouvidos. Já não os oiço. Tenho saudades de quando tudo era perfeito.
De quando era para sempre.
Já não parecemos o que éramos. Às vezes sinto-te estranho. Longe. De mim.
O problema sou eu. Já não sou perfeita, já não me vês perfeita.
Tu continuas perfeito, a ser tudo. Eu é que desiludo sempre.

domingo, 19 de setembro de 2010

Damn!

Diz que tenho que pensar assim:

Primeiro eu e depois nós.

Sei que é uma fase muito importante em que tenho que me concentrar em mim, tenho que olhar pelo meu futuro e tudo e tudo. Só não sei se sou capaz de fazer isso sem ti. Tenho o teu apoio. Mas não consigo por-nos de lado, em standby durante um ano ou dois, ou talvez mais. Isso é tempo suficiente para que tudo deixe de fazer sentido.

Hum. Estou confusa!

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Se há coisa que não se entende e que dói de verdade são as dores do coração!
Ninguém vê. Mas dói pra caraças! Odeio isto!

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Um quilo de algodão e um quilo de chumbo

Eu sou um quilo de algodão.
Encho-te de mensagens de saudades, de mensagens de gostar. O meu quilo de saudades ocupa muito espaço na tua vida longe de mim.
Tu és um quilo de chumbo.
Não me enches de mensagens de saudades nem de mensagens de gostar. O teu quilo de saudades não ocupa muito espaço na minha vida longe de ti. Mas é tão sentido quanto o meu.

Porque eu sou de ocupar espaço e tu és de intensidade.
Cada segundo que passa é menos um para estar ao pé de ti.


sábado, 4 de setembro de 2010

Saudade

Espera! Sabes o que é saudade?
Um aperto que não termina.
Um pensamento que não cessa. Durante o dia e durante a noite.
Sonhos a dormir e acordada.
Um lembrar de momentos, bons momentos.
Sorrisos, abraços, tudo faz um arrepio que sobe pela costas.
Parece tudo tão distante.
Espera! Será que foi real?
Estiveste mesmo aqui?
Nestes caminhos e passeios que tanto ficam na minha memória.
Nessas camas, nesses quartos onde já tanto rimos e conversámos.
Ai, saudade. Que dói. Dói muito.
Aperta.
Contorce.
Treme.
Saudade. Existe porque não estás aqui. Deixaste espaço para ela.
Existe porque existem bons momentos para lembrar.
Não se sente este sentimento profundamente sentido por algo que não foi bom.
Tu és bom.
Saudade existe porque é bom matá-la.
É nisso que só penso agora. Nessa hora de a matar. Cometeremos o crime perfeito, quando essa hora chegar!

quinta-feira, 26 de agosto de 2010


Lembrei-me que me costumavas chamar Lua, pequeno amigo.
Que toda a gente chamasse pelo meu nome com o carinho com que tu me chamavas Lua.
Ou Flor do Dia. Mas eu gostava mais de Lua.




quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Vida, uma longa viagem.


Por caminhos inconstantes. Por pessoas diferentes, indiferentes, importantes, desinteressantes. Por portas, puxe e empurre. Janelas, abertas e fechadas. Flores, vermelhas, brancas, cor-de-rosa, cor-de-laranja, lilás. Por calçadas portuguesea, lisas, asfalto, terra batida. Por casas grandes, pequenas, ricas, modernas, pobres. Escadas acima, escadas abaixo. Elevadores, teleféricos. Por ti, pelos caminhos do teu corpo, passos inconstantes da minhas mãos, dos meus lábios nos teus, passos inconstantes. Inconstantes. Por aqui e por ali passa a viagem que é a nossa vida. Que é a minha vida. Viagem que sobe e desce colinas verdes, areais dourados, encostas castanhas, cor da terra. Cheiro a terra molhada pelas primeiras chuvas de outono. Por lágrimas quentes que correm pela face abaixo, umas de alegria outras de tristeza. Tudo e todos correm nesta viagem. O pensamento corre, o olhar corre, as pernas correm, os beijos correm, as palavras correm. É uma viagem que não pára, nem aqui nem em lado nenhum, longa, inconstante. Viver com intensidade, é a melhor que viagem que se pode fazer.


Texto para a Fábrica de Letras - desafio "uma longa viagem"

sábado, 24 de julho de 2010

Disparou

Mudar de casa, não é mudar de vida. Nunca foi. Mas há quem ainda alimente essa ideia na esperança que tudo seja o que nunca foi. Ela acreditava.
Os primeiros dias foram fantásticos, alimentaram o sonho de sempre, o sonho que nunca se tinha realizado. Pensou que sim, era agora que iam ser felizes. Os dias passaram e a casa já parecia a antiga, já não estava sempre arrumada, os cuidados diminuíram. Assim como ele. Voltou a sair para lugares incertos, sozinho, e a chegar a horas incertas. Voltou a deixá-la sozinha naquela casa que era grande demais para apenas uma pessoa. A televisão enchia-lhe a casa e fazia-a esquecer de uma realidade que sempre viveu, com ele. Uma realidade que nunca ia mudar. Francisca era linda, sorridente. Não deixava que ninguém soubesse o que se passava no seu coração, na sua cabeça. Julgavam-na feliz apesar de saberem a vida que levava com ele. Um dia ele chegou, eram 01h34 da manhã, viu ela no mostrador do despertador de números vermelhos. Bateu com as portas, chamou-a, estava bêbado, como sempre, pensou ela. Reclamou da sopa que já tinha ficado fria, queria discutir com ela como se ela tivesse culpa dos copos que sempre bebe a mais. Francisca não aguentava mais. Foi ao quarto, mudou-se enquanto ele gritava para que ela voltasse, voltou vestida, e com um pequeno saco na mão. Abriu a porta. E disparou! Porta fora... Sem voltar o olhar para trás. Não olhou e correu até não poder mais. Tinha chegado o dia de ser feliz.




Texto subordinado ao tema Disparou, para a Fábrica de Letras


sábado, 17 de julho de 2010

Sublime.




Faz-me bem.

Rodrigo Leão - As cidades

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Amar é gostar muito.
Adorar é venerar.

Já não estou zangada com o amor, nem comigo, nem contigo, nem com o gostar, nem com nada.

Estou bem.

domingo, 11 de julho de 2010

Alma insatisfeita.

Sinto-me a deambular por mundos que só conheço de vez em quando.
Há muito que não me sentia tão perdida dentro de mim mesma. Não me conheço. O melhor que sei para explicar como me sinto, é dizer que me sinto na pele de Fernando Pessoa. Sinto-me nele. Todos os seus poemas, devaneios, busca de alma, busca de um eu que não conseguimos conhecer nem alcançar. Sinto-me assim.
Não me conheço. Não sei quem sou. Não tenho controlo sobre mim, apetece-me gritar, chorar. Fazer um escândalo em frente a meio mundo e depois rir-me. Porque ninguém tem nada a ver com o que eu sinto. E tudo o que sinto é só em relação a mim. A alguém que tenho dentro de mim e não conheço. Que de vez em quando se revela e me põe exposta a todas as emoções, deste mundo e do outro.
Posso-me rir. Posso chorar. Dançar. Gritar. Cantar. Não me conheço hoje. Tenho dupla personalidade. Eu sei que tenho e sinto que tenho, mas só tem a ver comigo. Não tem a ver contigo. Tenho esta loucura inexplicável de não querer ninguém perto de mim. De querer estar sozinha e pensar em coisas que mais ninguém pensa. Sou louca. A minha alma é louca. Mas se olharem para mim, sou normal. A nossa alma, o nosso ser, é o lugar mais obscuro de nós. E eu só tento conhecê-lo. Incansavelmente.







Certeza

Devia sentir menos e agir mais.
Porque é que há músicas de amor?
Porque é que o mundo gira à volta do amor?
Porque é que se passam anos à espera de ouvira daquela boca "és o meu amor"?
Porquê?
Se nada disso existe.
Se as mulheres idealizam demais.
Se os homens idealizam de menos.
Se há homens que amam realmente e não têm quem querem.
Se há mulheres que amam quem não lhes dá valor.
Porquê?

sábado, 10 de julho de 2010

Nomenclaturas

"Isso do amor, é estranho.
Toda a agente diz que ama, para todo o lado.
Não sei o que é.
E se lhe chamarmos electricidade?
Dá choque."

Assim fico mais descansada.
Gostas de mim a sério.
Falar de amor é desnecessário.

Sente-se apenas.





segunda-feira, 5 de julho de 2010

Não

Hoje é apenas mais um dos dias em que penso que para os dois podermos ser felizes, temos que nos deixar. Temos que ir embora os dois. Nunca mais nos vermos. Não vejo outra maneira de sermos felizes. Porque estar perto de ti sem estar contigo é muito mais complicado que estar longe e já não fazer parte da tua vida. Porque estar perto de ti sem poder estar contigo faz-me confusão. Não me deixa pensar noutra coisa senão em ti e se também estarás a pensar em mim. Odeio quando me recebes com mil pedras em cada mão e atiras como se não me magoasse ou como se já fosse normal receberes-me assim. Se calhar até é. Somo assim: de extremos. Ou contigo totalmente ou completamente sem ti. Sermos parte um do outro sem estarmos juntos fisicamente não dá, definitivamente, para nós. Não dá. E não há volta a dar.